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É só o começo

Era uma tarde quente de novembro do ano de 1994. Jovens universitários aguardam, ansiosos, o sorteio para o estágio prático de seis cadeiras. Dita a especialidade os nomes eram sorteados. Sandro Groisman e Alessandra Lima falou o professor após o primeiro sorteio. Olhei para a Alessandra Lima, que me olhou postada do outro lado da sala. O mínimo que posso dizer sobre esse momento é que foi um pouco mágico. Dois rostos que se tranquilizaram em uma imediata conexão. A vida tem dessas coisas, meio destino para quem crê, meio acaso para quem não crê. Mas o caso é que nossos nomes por seis vezes foram sorteados e assim fomos os únicos que ficamos juntos em todas as cadeiras do estágio. E é aí que começa, não sei se digo destino ou sortilégio, uma sequência de fatos determinantes nas nossas vidas.

No corredor do hospital, antes da visita ao primeiro paciente, entre inseguranças divididas, descobrimos que o estágio que a Alessandra fazia na Febem, hoje Fase, tratando crianças com necessidades especiais era dividido com a Carolina Berberiam a menina que eu namorava. E isso foi só o começo.
Em elevadores, nas escadas de algum hospital, na alegria da reabilitação dos pacientes, nos reconhecíamos muito além do que fazíamos no momento. Nós três, como os três mosqueteiros, nos reconhecíamos no futuro. Nos reconhecíamos na diversidade que aproxima e na curiosidade que une. Assim como o corpo era nosso interesse; o diálogo era o nosso meio. Vivemos muitas histórias nesses vinte e cinco anos, e é sobre elas que queremos contar. Por isso, te convidamos a conhecer estas Histórias do Corpo.

Era uma tarde quente de novembro do ano de 1994. Jovens universitários aguardam, ansiosos, o sorteio para o estágio prático de seis cadeiras. Dita a especialidade os nomes eram sorteados. Sandro Groisman e Alessandra Lima falou o professor após o primeiro sorteio. Olhei para a Alessandra Lima, que me olhou postada do outro lado da sala. O mínimo que posso dizer sobre esse momento é que foi um pouco mágico. Dois rostos que se tranquilizaram em uma imediata conexão. A vida tem dessas coisas, meio destino para quem crê, meio acaso para quem não crê. Mas o caso é que nossos nomes por seis vezes foram sorteados e assim fomos os únicos que ficamos juntos em todas as cadeiras do estágio. E é aí que começa, não sei se digo destino ou sortilégio, uma sequência de fatos determinantes nas nossas vidas.

No corredor do hospital, antes da visita ao primeiro paciente, entre inseguranças divididas, descobrimos que o estágio que a Alessandra fazia na Febem, hoje Fase, tratando crianças com necessidades especiais era dividido com a Carolina Berberiam a menina que eu namorava. E isso foi só o começo.
Em elevadores, nas escadas de algum hospital, na alegria da reabilitação dos pacientes, nos reconhecíamos muito além do que fazíamos no momento. Nós três, como os três mosqueteiros, nos reconhecíamos no futuro. Nos reconhecíamos na diversidade que aproxima e na curiosidade que une. Assim como o corpo era nosso interesse; o diálogo era o nosso meio. Vivemos muitas histórias nesses vinte e cinco anos, e é sobre elas que queremos contar. Por isso, te convidamos a conhecer estas Histórias do Corpo.
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